SerafimPhotography

SerafimPhotography PT:
Fotógrafo de Natureza e Vida Selvagem. Adicionem, Sigam, Partilhem e Divulgam. Obrigado. EN:
Nature and Wildlife Photographer. Add, Follow, Share and Promote.

Thank you. PT - João Serafim, nasceu no Barreiro, Portugal, em Setembro de 1981. Sempre tive interesse na fotografia mas nunca se proporcionou ate que em 2016 tive a minha primeira maquina uma “Canon PowerShot SX60 HS” começei a fazer as primeiras fotografias e o interesse foi aumentando à medida que ia clicando cada vez mais e apanhando alguns momentos interessantes. Já em 2018 adquiri uma “Canon

EOS 200D” e começei a dedicar me mais a serio a fotografia. Actualmente dedico-me a fotografia de natureza e vida selvagem, e como hobbie tambem faço um pouco de Spotter de aviação. Já com algum portfólio na fauna e flora, tem conseguido ter presença na revista Wilder.pt e Revista Perspetiva com vários artigos na fauna.

--

EN - João Serafim, was born in Barreiro, Portugal in September 1981. I always had an interest in photography but it was never proportionate until in 2016 I had my first camera a "Canon PowerShot SX60 HS" I started to make the first photographs and the interest was increasing as I was clicking more and more and catching some interesting moments. In 2018 I bought a "Canon EOS 200D" and started to dedicate myself more seriously to photography. Currently I dedicate myself to nature and wildlife photography, and as a hobby I also do a little aviation spotter. Already with some portfolio in fauna and flora, have managed to have presence in the Wilder.pt and Revista Perspetiva magazine with several articles on fauna.

PT - Rã-verde - Pelophylax pereziNome Científico: Pelophylax pereziClasse: AmphibiaFilo: ChordataPelophylax perezi Seoan...
15/03/2026

PT - Rã-verde - Pelophylax perezi

Nome Científico: Pelophylax perezi
Classe: Amphibia
Filo: Chordata

Pelophylax perezi Seoane, 1885, frequentemente referida pelo sinónimo taxonómico Rana perezi, também conhecida pelo nome comum rã-verde, é uma espécie de anfíbio anuro pertencente à família dos Ranídeos, com distribuição natural no oeste da Europa Ocidental, desde a Península Ibérica ao Reino Unido.

Tem como habitat natural as florestas e matagais temperados e o matagal arbustivo mediterrânico onde habita rios e ribeiros, cursos de água temporários, pântanos, lagos permanentes ou temporários de água doce, pauis permanentes e temporários, margens arenosas, terrenos de cultivo e áreas urbanas.
Dá ainda pelos seguintes nomes comuns: rã-comum e rã-verde-ibérica.
Pelophylax perezi é uma rã de tamanho mediano a grande, corpo esguio e pernas longas, podendo as fêmeas, que são em geral mais corpulentas que os machos, alcançar os 11 cm de comprimento, embora a maioria dos espécimes não ultrapasse os 8 cm de comprimento.

Apresenta uma coloração verde a acastanhada, muito variável entre indivíduos, com manchas negras, mas com uma linha vertebral verde mais clara e sem a característica mancha temporal das rãs cinzentas. A região ventral é de coloração cinzento-esbranquiçada. O tímpano é conspícuo e as pregas glandulares dorso-laterais são moderadamente desenvolvidas, de coloração acastanhada.

Apresenta quatro dedos nas extremidades anteriores e cinco nas posteriores, unidos por membranas interdigitais muito desenvolvidas. A pupila ocular é horizontal. Os machos apresentam sacos vocais de coloração acinzentada nas comissuras da boca.

A espécie apresenta considerável longevidade, chegando a ultrapassar os seis anos de vida, embora o mais habitual seja de dois a três anos.

A espécie é endémica na Península Ibérica e no sudoeste de França, ocorrendo até aos 2400 m de altitude acima do nível médio do mar nos Pirenéus.

O limite de distribuição setentrional não é claro, tendo-se constatado a presença da espécie até aos arredores de Lyon, para leste, e até ao departamento da Vendeia, para sueste. Também se conhece mal o limite da parte central da distribuição francesa, onde se encontra pelo menos até à parte sul da bacia do rio Loire. A distribuição da espécie é esparsa no sul ibérico, não ultrapassando o estreito de Gibraltar, não ocorrendo na África continental.

A espécie foi introduzida nas ilhas Baleares (Mallorca, Menorca, Ibiza e Formentera), Canárias (excepto em El Hierro e Lanzarote). A espécie foi também introduzida nos Açores e na Madeira como animal ornamental em lagos de jardim de casas senhoriais, tendo posteriormente escapado, adaptando-se bem às condições locais. É muito comum nas massas de água doce da ilha da Madeira onde pode ser encontrada a altitudes desde o nível do mar até a pequenos charcos aos 1 600 m de altitude, passando pelos reservatórios de irrigação de culturas.

Em alguns locais da sua área de distribuição natural a espécie encontra-se ameaçada devido à perda de habitat.

P. perzi é uma espécie estritamente aquática, aparecendo em todo o tipo de massas de água doce, permanentes e sazonais, embora preferindo os ambientes permanentes. É menos frequente nas massas de água fria, riachos de montanha com grandes pendentes e cursos de água sombreados por densas coberturas arbóreas.

A espécie apresenta grande plasticidade ecológica e capacidade adaptativa, ocorrendo tanto em meios lóticos (rios, riachos ou ribeiros), onde seleciona zonas com escassa corrente, como em meios lênticos (lagos, charcos, reservatórios agrícolas, barragens). Foram encontrados exemplares no interior de grutas, em fontes termais com temperaturas entre os 25 e os 30 °C e em riachos de montanha com temperaturas de 3 °C.

Nenhum factor climático parece influir isoladamente na sua distribuição, embora esteja ausente ou pouco presente em locais com altitude muito elevada. Também a qualidade da água não é fator determinante na presença desta rã, sendo o anfíbio mais resistente e com menos limitações dos que povoam a Península, podendo frequentar águas eutróficas, ocorrendo mesmo em águas com certo grau de contaminação. Estas características fazem de P. perezi uma espécie colonizadora pioneira de habitats modificados, nomeadamente em resultado de fogos florestais e poluição, e de massas de água artificiais, nomeadamente, tanques, reservatórios e canais.

Aparece em grande número de biótopos tanto da região bioclimática Mediterrânea como da Euro-siberiana, encontrando-se boas populações em lugares muito alterados pela ação humana. A sua presença apenas parece ser limitada pela ausência de água. Tolera muito bem a salinidade, existindo populações em dunas e areais costeiros com concentrações salinas de até 0,75 g/l.

A espécie alimenta-se tanto de presas terrestres como aquáticas, sendo contudo muito mais frequentes as primeiras. Fundamentalmente alimentam-se de invertebrados, sobretudo dípteros (moscas e mosquitos), coleópteros (escaravelhos) e himenópteros (abelhas, vespas e formigas). De forma ocasional pode alimentar-se de pequenos vertebrados, como peixes, aves, anfíbios e répteis. Também pode praticar o canibalismo, caçando exemplares mais pequenos e girinos.

Durante a fase de girino, alimentam-se de algas, detritos e fanerógamas do fundo, fitoplâncton e perifíton das massas de água onde crescem.

Os adultos estendem as suas zonas de alimentação às cercanias das massas de água onde habitam, mas raramente se afastando mais de 5 metros das águas onde vivem.

O período reprodutor abarca o período que vai de Abril a Julho, ocorrendo principalmente em massas de água permanentes. Os adultos selecionam negativamente como habitat de reprodução ambientes com pouco recobrimento de vegetação ribeirinha. O amplexo reprodutor é axilar. Os machos alcançam a maturidade sexual aos dois anos de idade e as fêmeas ao fim de um ano. Duas formas de canto, de entre as numerosas formas que emitem os machos, foram identificadas com a atividade de atrair fêmeas. Outras formas estão relacionadas com a defesa de pequenos territórios.

As fêmeas podem desovar entre 2.000 e 7.000 ovos por estação reprodutiva, com uma média de 2.300, que aderem à vegetação e ao substrato, mas que também podem por vezes ser encontrados a flutuar na água. Emergem do ovo em cinco a oito dias e a metamorfose começa decorridas oito a doze semanas, embora alguns girinos possam passar o inverno nesse estado.

Os girinos podem crescer até aos 111 mm, mas em geral não ultrapassam os 60 a 70 mm de comprimento. O espiráculo encontra-se no lado esquerdo e o â**s abre-se no lado direito, na base da cauda. Os dentículos formam um número de filas simples, sendo a fórmula mais habitual 2/3. A barbatana dorsal é estreita e curta, começando junto ao espiráculo. A ponta da cauda é pontiaguda. A coloração é verde ou castanho claro, com pequenas manchas escuras que são mais densas e maiores na cauda, apresentando um padrão de três linhas longitudinais escuras. A coloração ventral é esbranquiçada.

Durante o seu desenvolvimento os girinos habitam o fundo das massas de água relativamente profundas e típicas do verão, já que é este o período de reprodução da espécie. São massas de água mais pequenas, com menos cobertura vegetal, maior temperatura e menores concentrações de oxigénio dissolvido que na primavera. Quando se desenvolvem em charcos temporários tendem a habitar as zonas mais profundas e com mais vegetação submersa.

Nas zonas mais frias os exemplares mais expostos apresentam uma redução da atividade metabólica invernal de duração variável, mas na maioria das zonas que ocupam a espécie mantém-se ativa durante todo o ano. São animais com atividade tanto diurna como noturna, decrescendo a sua atividade nas horas de maior insolação durante o verão.

Os exemplares subadultos ocupam com maior frequência massas de água temporárias de escassa profundidade e riachos com corrente rápida, onde não é comum encontrarem-se adultos. Os juvenis ocupam espaços menos sujeitos à presença de predadores. Partilha o habitat com outras espécies de anfíbios de hábitos terrestres quando estas acorrem às massas de água para se reproduzirem.

Quando detetam a presença de um potencial predador fogem para a água como mecanismo de defesa. Entre os predadores mais frequentes estão as aves (cegonhas e garças) e mamíferos (lontras e javalis), embora a espécie seja também predada por alguns peixes (entre os quais o lúcio e a truta-salmonada), anfíbios (sapos e canibalismo por adultos da espécie), répteis (género Natrix e outras serpentes) e crustáceos (entre os quais os lagostins).

Como a generalidade das outras rãs-verdes europeias, a espécie P.perezi apresenta um processo evolutivo raro entre os vertebrados que inclui a participação num mecanismo de especiação por hibridogénese com espécies próximas. O complexo hibridogenético assim formado inclui a P. perezi e o seu híbrido com P. ridibundus designado por rã-híbrida-de-Graf (Pelophylax kl. grafi).

P. perezi é o único anfíbio autóctone da Península Ibérica que é comercialmente explorado para utilização alimentar. A sua captura em Espanha está regulada em diversas comunidades autónomas.

A espécie está sujeita a algumas ameaças, nomeadamente:

A perda de habitat, especialmente por secagem de massas de água, construção e edificação.
A excessiva contaminação das águas.
A introdução de espécies alóctones como Lithobates catesbeia**s, a rão-touro-americana, procedente da criação comercial de rãs.
A hibridação com Pelophylax ridibundus e com Pelophylax lessonae e a resultante contaminação genética. Para além disso, o híbrido de P. perezi x P. ridibundus, Pelophylax kl. grafi, pode substituir e fazer desaparecer a espécie parental, já que é muito mais fértil e viável.
Algumas bases de dados e sítios na Internet mantêm como válido o nome específico de Rana perezi em lugar de Pelophylax perezi devido à generalização do seu uso.

EN - Frog, Green Frog - Pelophylax perezi

Scientific Name: Pelophylax perezi
Class: Amphibia
Phylum: Chordata

Pelophylax perezi Seoane, 1885, often referred to by the taxonomic synonym Rana perezi, also known by the common name green frog, is a species of amphibian anuran belonging to the Ranidae family, with a natural distribution in western Western Europe, from the Iberian Peninsula to the United Kingdom.

Its natural habitat is temperate forests and scrublands and Mediterranean scrubland where it inhabits rivers and streams, temporary watercourses, swamps, permanent or temporary freshwater lakes, permanent and temporary bogs, sandy banks, farmland and urban areas.
It also goes by the following common names: common frog and Iberian green frog.
Pelophylax perezi is a frog of medium to large size, with a slender body and long legs. Females, which are generally more corpulent than males, can reach 11 cm in length, although most specimens do not exceed 8 cm in length.

It has a green to brownish coloration, highly variable between individuals, with black spots, but with a lighter green vertebral line and without the characteristic temporal spotting of gray frogs. The ventral region is whitish-gray in color. The tympanum is conspicuous and the dorso-lateral glandular folds are moderately developed, brownish in color.

It has four toes on the anterior extremities and five on the posterior extremities, joined by well-developed interdigital membranes. The ocular pupil is horizontal. Males have grayish vocal sacs on the mouth commissures.

The species has considerable longevity, reaching more than six years of life, although the most usual is two to three years.

The species is endemic to the Iberian Peninsula and southwestern France, occurring up to 2400 m above sea level in the Pyrenees.

The northern distribution boundary is unclear, with the species having been found to be present up to the outskirts of Lyon to the east and to the department of Vendée to the southeast. The limit of the central part of the French distribution is also poorly known, where it is found at least as far south as the southern part of the Loire River basin. The species' distribution is sparse in southern Iberia, not extending beyond the Strait of Gibraltar, and it does not occur in continental Africa.

The species has been introduced to the Balearic Islands (Mallorca, Menorca, Ibiza and Formentera), Canary Islands (except El Hierro and Lanzarote). The species was also introduced to the Azores and Madeira as an ornamental animal in garden ponds of stately homes, and later escaped, adapting well to local conditions. It is very common in the freshwater bodies of Madeira Island where it can be found at altitudes from sea level to small ponds at 1 600 m altitude, passing through crop irrigation reservoirs.
In some parts of its natural range the species is threatened due to habitat loss.

P. perzi is a strictly aquatic species, appearing in all types of freshwater bodies, both permanent and seasonal, although it prefers permanent environments. It is less frequent in cold water bodies, mountain streams with large slopes, and streams shaded by dense tree cover.

The species shows great ecological plasticity and adaptive capacity, occurring both in lotic environments (rivers, streams or brooks), where it selects areas with little current, and in lentic environments (lakes, ponds, agricultural reservoirs, dams). Specimens have been found inside caves, in hot springs with temperatures between 25 and 30 °C, and in mountain streams with temperatures of 3 °C.

No single climatic factor seems to influence its distribution, although it is absent or barely present in very high altitude sites. Also water quality is not a determining factor in the presence of this frog, being the most resistant amphibian with fewer limitations of those that populate the Peninsula, being able to frequent eutrophic waters, occurring even in waters with a certain degree of contamination. These characteristics make P. perezi a pioneer colonizer of modified habitats, namely as a result of forest fires and pollution, and of artificial water bodies, namely ponds, reservoirs and canals.

It appears in a large number of biotopes in both the Mediterranean and Euro-Siberian bioclimatic regions, with good populations being found in places that have been heavily altered by human action. Its presence only seems to be limited by the absence of water. It tolerates salinity very well, existing populations in coastal dunes and sands with saline concentrations up to 0.75 g/l.

The species feeds on both terrestrial and aquatic prey, the former being much more frequent. It feeds primarily on invertebrates, especially dipterans (flies and mosquitoes), coleopterans (beetles) and hymenopterans (bees, wasps and ants). Occasionally it may feed on small vertebrates such as fish, birds, amphibians, and reptiles. It may also practice cannibalism, hunting smaller specimens and tadpoles.

During the tadpole stage, they feed on algae, detritus and phanerogams on the bottom, phytoplankton and periphyton of the water bodies where they grow.

Adults extend their feeding grounds to the vicinity of the water bodies where they live, but rarely stray more than 5 meters from the waters where they live.
The breeding season spans the period from April to July, occurring mainly in permanent water bodies. Adults select negatively as breeding habitat environments with little cover of riparian vegetation. The reproductive amplexus is axillary. Males reach sexual maturity at two years of age and females at one year. Two song forms, among the numerous forms emitted by the males, have been identified with the activity of attracting females. Other forms are related to the defense of small territories.

Females can spawn between 2,000 and 7,000 eggs per reproductive season, with an average of 2,300, which adhere to vegetation and substrate, but can also sometimes be found floating in the water. They emerge from the egg in five to eight days and metamorphosis begins after eight to twelve weeks, although some tadpoles may overwinter.

Tadpoles can grow to 111 mm, but generally do not exceed 60 to 70 mm in length. The blowhole is on the left side and the a**s opens on the right side at the base of the tail. The denticles form a number of simple rows, the most usual formula being 2/3. The dorsal fin is narrow and short, starting near the blowhole. The tip of the tail is pointed. The coloration is green or light brown, with small dark spots that are denser and larger on the tail, showing a pattern of three dark longitudinal lines. The ventral coloration is whitish.

During their development the tadpoles inhabit the bottom of relatively deep and typical summer water bodies, since this is the breeding period of the species. These water bodies are smaller, with less vegetation cover, higher temperature, and lower dissolved oxygen concentrations than in spring. When they develop in temporary ponds they tend to inhabit deeper areas with more submerged vegetation.

In colder areas the most exposed specimens show a reduction in winter metabolic activity of variable duration, but in most of the areas they occupy the species remains active throughout the year. They are animals with both day and night activity, decreasing their activity in the hours of greater insolation during the summer.

Subadults are more likely to occupy shallow temporary bodies of water and streams with fast currents, where adults are not common. Juveniles occupy spaces that are less subject to the presence of predators. It shares habitat with other terrestrial amphibian species when they come to the water bodies to breed.
When they detect the presence of a potential predator they flee to the water as a defense mechanism. Among the most frequent predators are birds (storks and herons) and mammals (otters and wild boar), although the species is also preyed upon by some fish (including pike and salmon trout), amphibians (frogs and cannibalism by adults of the species), reptiles (Natrix genus and other snakes) and crustaceans (including crayfish).

Like most other European green frogs, P.perezi presents a rare evolutionary process among vertebrates that includes participation in a mechanism of speciation by hybridogenesis with nearby species. The hybridogenic complex thus formed includes P. perezi and its hybrid with P. ridibundus called the Graf-hybrid frog (Pelophylax kl. grafi).

P. perezi is the only amphibian native to the Iberian Peninsula that is commercially exploited for food use. Its capture in Spain is regulated in several autonomous communities.

The species is subject to some threats, namely:

The loss of habitat, especially by drying of water bodies, construction and building.
The excessive contamination of water.
The introduction of alien species such as Lithobates catesbeia**s, the American bullfrog, from commercial frog breeding.
Hybridization with Pelophylax ridibundus and Pelophylax lessonae and the resulting genetic contamination. In addition, the hybrid of P. perezi x P. ridibundus, Pelophylax kl. grafi, can replace and make the parental species disappear, since it is much more fertile and viable.
Some databases and websites maintain the specific name Rana perezi as valid instead of Pelophylax perezi because of its widespread use.

PT:Hoje foi dia de passeio fotográfico pela Mata Nacional da Machada, um dos locais que gosto passar o tempo a fotografa...
15/03/2026

PT:
Hoje foi dia de passeio fotográfico pela Mata Nacional da Machada, um dos locais que gosto passar o tempo a fotografar.
Hoje foquei me mais nos anfíbios mais concretamente na (Rã-verde - Pelophylax perezi)
Obrigado a todos os que me seguem e partilham este projeto pessoal dedica a fauna e flora.
---
EN:
Today I went on a photography outing to the Machada National Forest, one of my favorite places to spend time taking photos.
Today I focused more on amphibians, specifically the green frog (Pelophylax perezi).
Thank you to everyone who follows me and shares this personal project dedicated to wildlife.
---

PT:Estas fotos são de 2023 num passeio fotográfico onde costumo fazer junto a serra do Caramulo.Foram uma horas na altur...
13/03/2026

PT:
Estas fotos são de 2023 num passeio fotográfico onde costumo fazer junto a serra do Caramulo.
Foram uma horas na altura sobre calor apertado entre os 38 e os 40graus, mas valeu e vale sempre a pena o contacto com a natureza.
Para breve mais um passeio fotográfico nesta zona.
---
EN:
These photos were taken in 2023 during a photography outing I often take near the Caramulo Mountains.
It was about an hour in sweltering heat, between 38 and 40 degrees, but it was—and always is—well worth it to be in touch with nature.
Another photography outing in this area is coming up soon.
---

12/03/2026

O Concurso de Fotografia de Natureza “Rewilding Photo Contest”, tem como principal objetivo promover o património natural português e a sua respetiva valoriz...

PT:Ser fotógrafo de naturezaé uma jornada focada na paixão pelo mundo natural, permitindo registrar momentos únicos e ed...
11/03/2026

PT:
Ser fotógrafo de natureza
é uma jornada focada na paixão pelo mundo natural, permitindo registrar momentos únicos e educar através da imagem. Exige paciência, observação treinada, respeito pelo ambiente e prática constante para capturar a beleza selvagem.
Permite estar onde poucos chegam, desfrutando da natureza e de uma vida mais lenta.
Capturar a vida animal e paisagens em momentos únicos.
Mais do que a foto final é estar a aprender todos dias com a natureza.
Obrigado a todos os que me seguem e partilham os meus trabalhos.
---
EN:
Being a nature photographer
is a journey focused on a passion for the natural world, allowing you to capture unique moments and educate through images. It requires patience, trained observation, respect for the environment, and constant practice to capture wild beauty.
It allows you to be where few others go, enjoying nature and a slower pace of life.
Capturing animal life and landscapes in unique moments.
More than the final photo, it is about learning every day from nature.
Thank you to everyone who follows me and shares my work.
---
https://www.facebook.com/Serafim.Photography.Dj

https://www.facebook.com/SerafimPhotographyOfficial

https://www.instagram.com/serafimphotography/

https://www.flickr.com/people/serafimphotography/

https://www.youtube.com//featured

https://linktr.ee/serafimphotography
---

PT - Lagartixa do mato - Psammodromus algirusNome Científico: Psammodromus algirusClasse: ReptiliaFilo: ChordataA lagart...
08/03/2026

PT - Lagartixa do mato - Psammodromus algirus

Nome Científico: Psammodromus algirus
Classe: Reptilia
Filo: Chordata

A lagartixa-do-mato (Psammodromus algirus) é um réptil escamado da família dos lacertídeos. É encontrada em Argélia, Espanha, França, Itália, Marrocos, Portugal e Tunísia. Os seus habitats naturais compreendem florestas temperadas, vegetação rasteira mediterrânica, praias arenosas, terra arável, pastos, plantações e jardins rurais. É ameaçada por perda de habitat.
É acastanhada mas os machos ficam com a cabeça vermelha durante a época de reprodução. Mede entre os 25 e os 30 centímetros.
Está activa de dia e hiberna nos meses mais frios.
Espécie activa entre a Primavera e o Outono com tempertaura corporal a rondar os 27 a 35ºC. A época de reprodução regista-se entre Abril e Julho onde as femeas podem realizar 2 a 3 posturas, entre Maio e Julho. As eclosões dão-se após 1 a 3 meses de incubação, nos meses de Agosto a Outubro, sendo cada postura composta por 2 a 11 ovos. Atingem a maturidade sexual durante os primeiros dois anos de vida, variando a longevidade entre os 5 e os 7 anos. O regime alimentar é à base de pequenos invertebrados: escaravelhos, aranhas, formigas, gafanhotos e pseudo-escorpião. Quando se encontra em perigo pode libertar a cauda (autotomia). Ocorre preferencialmente em pinhais em solo arenoso e em locais com cobertura arbustiva mais ou menos densa.

EN - Roundnose grenadier - Psammodromus algirus

Scientific Name: Psammodromus algirus
Class: Reptilia
Phylum: Chordata

The Psammodromus algirus is a scaly reptile of the lacertid family. It is found in Algeria, Spain, France, Italy, Morocco, Portugal, and Tunisia. Its natural habitats include temperate forests, Mediterranean undergrowth, sandy beaches, arable land, pastures, plantations and rural gardens. It is threatened by habitat loss.
It is brownish but males get a red head during the breeding season. It measures between 25 and 30 centimeters.
It is active during the day and hibernates during the colder months.
The species is active from spring to fall, with a body temperature of around 27 to 35ºC (80 to 95ºF). The breeding season is between April and July where the females may lay 2 to 3 eggs between May and July. Hatching occurs after 1 to 3 months of incubation, in the months of August to October, and each laying is composed of 2 to 11 eggs. They reach sexual maturity during the first two years of life, with longevity varying between 5 and 7 years. Their diet is based on small invertebrates: beetles, spiders, ants, grasshoppers and pseudo-scorpions. When it is in danger it can release its tail (autotomy). It occurs preferentially in pine forests on sandy soil and in places with more or less dense shrub cover.

Endereço

Barreiro
Barreiro
2830

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando SerafimPhotography publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para SerafimPhotography:

Compartilhar

Categoria