Ifariascriativo

Ifariascriativo Ivandro Farias é poeta e fotógrafo folclorista de São Caetano de Odivelas (PA), dedicado a celebrar o Boi de Máscaras, o Carimbó e a ancestralidade amazônica.

Dizem que o Alzheimer apaga o passado, mas ontem eu vi que ele não consegue apagar a alma. Ela permanece sendo puro amor...
12/04/2026

Dizem que o Alzheimer apaga o passado, mas ontem eu vi que ele não consegue apagar a alma. Ela permanece sendo puro amor, vibrando em uma frequência que só o coração entende.

Feliz aniversário, minha mãe. Obrigado por, mesmo no seu silêncio e na sua fragilidade, continuar me ensinando que amar é um verbo que a gente nunca esquece de conjugar.

TE AMO MINHA MÃE!

05/04/2026
TBTTBT de hoje remete a vida de adolescentes, que vivem de forma a enfrentar perigos causados e constrídos.
05/02/2026

TBT

TBT de hoje remete a vida de adolescentes, que vivem de forma a enfrentar perigos causados e constrídos.

“Entre o Barro e a Maré, o Sangue”Nas entranhas do mangue, onde a vida se encosta, O braço mergulha no abraço do lodo, B...
31/01/2026

“Entre o Barro e a Maré, o Sangue”

Nas entranhas do mangue, onde a vida se encosta,
O braço mergulha no abraço do lodo,
Buscando o sustento que a maré composta
Devolve em fartura no barro de todo.

O cheiro do rio se funde ao suor,
No couro curtido pelo sol do salgado,
Onde a força do homem não teme o rigor
Do ciclo da lua, por Deus abençoado.

A rede descansa na palha da choça,
Enquanto o tambor lá na vila ressoa,
O povo que reza, que luta e que roça,
Na beira do mundo, a esperança ecoa.

É barro, é madeira, é silêncio e é luz,
Nas veias da mata que o sangue conduz.

Exposição Virtual | A cor como ato de resistênciaEm meio ao cinza das redes, do tempo e do silêncio, a cor insiste em ex...
21/01/2026

Exposição Virtual | A cor como ato de resistência

Em meio ao cinza das redes, do tempo e do silêncio, a cor insiste em existir.
Ela não é detalhe — é voz, é memória, é gesto político.
As máscaras, as fitas, os tecidos e os símbolos do Boi de Máscaras rompem a monotonia e afirmam: a cultura vive porque resiste.

Aqui, a cor não enfeita — ela denuncia, protege e anuncia pertencimento.
É identidade ribeirinha, é herança ancestral, é o povo dizendo que não desaparece.
Mesmo quando tentam apagar, a cor permanece.
E permanecer, na Amazônia, é um ato de coragem.

A cor como ato de resistência. ​Nesta exposição virtual, a fotografia revela que a vida na Amazônia ribeirinha não aceit...
19/01/2026

A cor como ato de resistência.

​Nesta exposição virtual, a fotografia revela que a vida na Amazônia ribeirinha não aceita a invisibilidade. Em meio ao entorno monocromático, o sustento e a identidade brilham em cores vivas.

​É a marca de quem vive do rio e se mantém firme. A cor aqui é voz. É presença.

​ CulturaViva

Exposição Virtual | A cor como ato de resistênciaEntre o silêncio das águas e a força do mangue, a cor insiste em perman...
16/01/2026

Exposição Virtual | A cor como ato de resistência

Entre o silêncio das águas e a força do mangue, a cor insiste em permanecer.
Os barcos, gastos pelo tempo e pelo trabalho, não são apenas madeira: são memória, sustento e identidade ribeirinha. Em meio ao preto e branco do entorno, o colorido resiste como gesto político e poético — afirma presença, vida e continuidade.

A rede lançada, o casco marcado pelo sol, o nome pintado na proa e o corpo do pescador diante do manguezal contam histórias que não se apagam. A cor aqui não é ornamento: é sobrevivência. É a marca de quem vive do rio, enfrenta as marés e se mantém firme apesar do esquecimento.

Nesta exposição, a fotografia revela que resistir também é permanecer visível.
E que, na Amazônia ribeirinha, a cor é voz, é luta e é raiz.

Onde o rio guarda as cores da vidaEm  , às margens do rio Maruimpanema,o preto e branco silencia o tempo, revela a esper...
12/01/2026

Onde o rio guarda as cores da vida

Em , às margens do rio Maruimpanema,
o preto e branco silencia o tempo, revela a espera da maré,
o chão úmido, os paus fincados, a memória do cotidiano ribeirinho.

As cores permanecem nos barcos, casas e nativos da Ilha.
São eles que carregam o sustento, a fé, o retorno para casa.
Enquanto o entorno se apaga, a vida insiste em ficar visível.

Aqui, o rio não passa.
Ele permanece.
E cada embarcação é uma história ancorada na lama e no afeto.

– Rio Maruimpanema

Fotografia: Ifarias

Exposição Virtual:A COR COMO ATO DE RESISTÊNCIA Nestas imagens em preto e branco, o cenário guarda o tempo que virou mem...
07/01/2026

Exposição Virtual:
A COR COMO ATO DE RESISTÊNCIA

Nestas imagens em preto e branco, o cenário guarda o tempo que virou memória. O rio, a cidade e as pessoas formam a moldura da história de São Caetano de Odivelas. E no centro surge Claudio Rendeiro em colorido, como metáfora de vida e permanência, lembrando que ele nunca foi apenas passado – sempre foi brilho, riso e identidade.

O contraste revela exatamente isso: a seriedade do cotidiano ao fundo e a alma alegre de quem deu vida ao eterno Epaminondas Gustavo. A cor ilumina o que o tempo não apaga. Assim como nossa cultura popular, Claudio permanece pulsando dentro de cada registro.

Uma homenagem feita com arte, emoção e gratidão.
Porque das memórias em preto e branco nascem afetos eternamente coloridos.

O ano vira, a esperança respira.As festas de fim de ano são convite ao perdão,à reconciliação e a um novo jeito de olhar...
30/12/2025

O ano vira, a esperança respira.
As festas de fim de ano são convite ao perdão,
à reconciliação e a um novo jeito de olhar a vida.
Que os desejos sejam grandes
e nos empurrem, com fé e afeto,
para um recomeço mais leve.

Endereço

Farol De Itaipu
São Caetano De Odivelas, PA
68775-000

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