o álbum uma agência que desenvolve projetos comerciais - sempre autorais - em fotografia analógica. um mergulho. fotografar com a pele. com o pêlo. e o que propomos?

entendemos a fotografia como devoção ao tempo. acreditamos que a busca pela perfeição estética assusta a manifestação do acaso. queremos a história selvagem da alma. uma seita desvairada. psicofotografia. transcrever sonhos e experimentar, famintos, o mistério. aceitando-o. desfrutando-o. revelando-o.

máscaras caem, dissemos.chegou o meio deste ano e o gosto azedo não sossegou na garganta. um carnaval tardio, embalado e...
10/08/2019

máscaras caem, dissemos.

chegou o meio deste ano e o gosto azedo não sossegou na garganta. um carnaval tardio, embalado em manifestações por todo o brasil, estreitou ainda mais os limites entre a catarse coletiva, o repúdio ao conservadorismo e a luta pelas liberdades individuais.

engolimos com cerveja quente.

das escolas de samba aos foliões pelas ruelas das cidades, um grito surdo ecoava em fantasias, cores, frases, vibrando críticas ao atual governo, contra o esfacelamento de políticas sociais e em defesa da nossa história.

vestimos máscaras para subverter a verdade oficial. respondemos o absurdo com uma paródia ácida e inteligente. e a esperança que nasce da fantasia é o elixir mais brasileiro que existe.

usamos máscaras para desmascarar.

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antes tarde do que mais tarde, com vocês, uma coletânea carnal com: bruno machado, bruno queiróz, caio humb, elisa maciel, hélio carvalho, isabel scorza, ivan nish*tani, juliana rocha, louis supau, natalia fereguetti, rafael teixeira, rafaella kieds, raphael almeida, vitor casemiro e thayná faco.

para mais, acesse a nossa .



imagem: caio humb, sem título, rio de janeiro, 2019. © caio humb

1. em platão, a verdade (aletheia) significa desvelamento do ser, isto é, descobrimento daquilo que estava oculto, retirada do véu.  

um dos desafios d'o álbum quanto agência analógica, está em promover a vida da película. e este post inicia um de nossos...
10/01/2019

um dos desafios d'o álbum quanto agência analógica, está em promover a vida da película. e este post inicia um de nossos esforços para poder ajudar o analógico: a seção . aqui, procuramos abrir os químicos e os processos de laboratórios que crescem neste e em outros países do planeta. agora, no século xxi. pois como nos diz o próprio albert, fundador do carmencita:

'life is not made of 1’s and 0’s.'

com vocês, albert roig, fotógrafo e fundador do carmencita film lab.



imagem: albert roig, white swan, minsk, 2018. © albert roig

em 2002, empresas como fujifilm, ilford e kodak produziram 960 milhões de filmes. no entanto, com o boom digital os números decaíram, e em 10 anos a kodak anunciou o fim.

no ato de catalogar, gui percebe que existe uma distância sutil entre o que vale para ele próprio e o que vale para o pr...
14/12/2018

no ato de catalogar, gui percebe que existe uma distância sutil entre o que vale para ele próprio e o que vale para o próximo. objetos pessoais, particulares, úteis, inúteis, com valor, lixo... enfim, de todas as cores e credos. o que a sua câmera vale para você? para mim, vale uma vida.

com esse insight, guilherme decide explorar a maior feira livre de são paulo: a feira do rolo. e nesta jornada, em um ambiente para lá de perigoso à metros do aeroporto de viracopos, pesquisa a relação das pessoas com o que compram, vendem, guardam e assim por diante. é dessa pesquisa que surge a série 'rolo'.

entre o apego e o afeto, com vocês, gui galembeck.

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imagem: gui galembeck, rolo, campinas, 2017-2018. © gui galembeck

uma casa com cupins. álbuns, caixas, e fotografias. anos e anos de acervo, de arquivo, com imagens e objetos que apodrecem. submersos em sonhos, de um pai e de uma vida, que hoje não existem mais.

'e as transformações no meu processo, há uma evolução na linguagem, no entendimento da função da fotografia dentro da mi...
23/10/2018

'e as transformações no meu processo, há uma evolução na linguagem, no entendimento da função da fotografia dentro da minha criação artística. isto não está ligado necessariamente à fotografia ser ou não analógica. tenho explorado bastante a fotografia de arquivo e a apropriação, além da minha criação com filme. entendo, cada vez mais, que a realização da imagem fotográfica não é necessariamente o centro de um projeto, mas uma de várias etapas importantes dentro dele.'

para mais d'o álbum aberto com felipe abreu, acesse a nossa .



imagem: felipe abreu, 'de todas as estátuas que encontrei, apenas uma sabia dizer eu te amo', 2016-2018. © felipe abreu

instituto moreira sales, avenida paulista. 16h em um 19 de dezembro. 29 graus em são paulo. subo um degrau e observo a bela biblioteca do museu. leitores, livros, livros, e mais livros. cada vez menores conforme as escadas seguem subindo. um... dois... três pisos...

há algo que cresce no centro de belo horizonte. e, pelo que parece, não há de se parar por agora. como um fungo que sobe...
19/09/2018

há algo que cresce no centro de belo horizonte. e, pelo que parece, não há de se parar por agora. como um fungo que sobe pelas paredes, cresce. no escuro e em silêncio, cresce.

poderíamos escrever sobre bolor, ou sobre os problemas que causam em nossos equipamentos. mas, agora escreveremos sobre o m**o.

um projeto que nos prova o porque o filme vive. mais do que um laboratório, um coletivo. um grupo de fotógrafos que, unidos, vivem por e pelo filme fotográfico.

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**o

imagem: piero d'ávila, sem título, belo horizonte, 2018. © piero d'ávila

há algo que cresce no centro de belo horizonte. e, pelo que parece, não há de se parar por agora. como um fungo que sobe pelas paredes, cresce. no escuro e em silêncio, cresce.

com uma minolta hi-matic e rap no headphone, Vitor Casemiro apropria-se da noite. os postes e os neons guiam o seu camin...
05/05/2018

com uma minolta hi-matic e rap no headphone, Vitor Casemiro apropria-se da noite. os postes e os neons guiam o seu caminho. bares, grades, santos, signos deste submundo, são o seu norte. ou o seu sul. não se sabe. sabe-se, no entanto, que entre clicks e doses, o fotógrafo segue ao cerne, ao centro. sabe-se, ainda, que encontrou na fotografia a forma de produzir os seus filmes, de crime, de suspense. e, assim, subverter os subjugados. nesta obra, estes são os astros. e os flashes, seus holofotes.

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imagem: vitor casemiro, noites desperdiçadas, campinas, 2017. © vitor casemiro

com uma minolta hi-matic e rap no headphone, vitor casemiro apropria-se da noite. os postes e os neons guiam o seu caminho. bares, grades, santos, signos deste submundo, são o seu norte. ou o seu sul. não se sabe. sabe-se, no entanto, que entre clicks e doses, o fotógrafo segue ao cerne, ao ce...

em nosso   de abril, um passeio pelos processos e projetos de ana harff.'gosto de pensar que a analógica foi quem me esc...
16/04/2018

em nosso de abril, um passeio pelos processos e projetos de ana harff.

'gosto de pensar que a analógica foi quem me escolheu. sempre gostei de manualidades, de processos artesanais. então ir para o analógico então foi uma escolha natural para mim. amo a parte física da fotografia, sentir as fotos, saber que elas existem no plano material, aprender sobre químicos e diferentes processos de revelação. saber que estou aprendendo técnicas que são usadas da mesma maneira há décadas. também aprendi a pensar mais, muito mais, antes de bater uma foto. me ajudou também a desacelerar, pois sou uma pessoa muito ansiosa. sinto que tenho muito mais controle do que estou fazendo ao ter um número tão limitado de fotografias para fazer.'



imagem: ana harff, kenia, buenos aires, 2017. © ana harff

ana harff nasceu em 1987 no rio de janeiro. estudou jornalismo em natal e arqueologia em buenos aires. trabalha como tradutora na capital da argentina e é apaixonada por dança. mas foi quando esbarrou com a fotografia, que encontrou seu campo de experimentações mais apropriado: na cadência suav...

celebraremos o ocupar, o prazer, o pecar, o protestar.com vocês, uma coletânea carnal por Arthur Oliveira, Bruno Machado...
21/03/2018

celebraremos o ocupar, o prazer, o pecar, o protestar.

com vocês, uma coletânea carnal por Arthur Oliveira, Bruno Machado, Gabriela Machado, Guilherme Machado, Jéssica Senra, Juliana Rocha, Luara Calvi Anic, Marcus Renault, Mariana Bernardes e Vitor Casemiro.

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carnaval, a festa da carne. para alguns, pode parecer o caos. para o prefeito do rio de janeiro, o pecado. para nós, no entanto, o prazer.

devido ao sucesso da fotografia em filme entre fotógrafos de 18 à 25 anos, decidimos inaugurar a seção  . aqui, propomos...
01/02/2018

devido ao sucesso da fotografia em filme entre fotógrafos de 18 à 25 anos, decidimos inaugurar a seção . aqui, propomos um espaço para divulgar e dialogar sobre os desafios dos millenials na fotografia em filme no brasil.

no primeiro post, optamos por fotógrafas e fotógrafos do estado do rio de janeiro.

com vocês, Bruna Sussekind, Christian Proença Azevedo, Iris Pimentel, Luisa Mascarenhas, Marcus Philippe Marques, Marcus Sabah, Mateus Augusto Rubim e Sofia Leão. hoje, em nossa rede.

imagem: sofia leão, duas em uma, búzios, 2016. © sofia leão

de acordo com a ilford, em 2015, 30% dos fotógrafos em filme encontravam-se entre os 18 e 30 anos. dentre estes, 60% opta pela película há mais de 10. hoje, em 2018, e aqui no brasil, percebemos os ecos deste boom.

atenção, analógicos!experiência imersiva em preto e branco com Cesar Barreto e Thiago Barros.dividido em dois estágios e...
24/01/2018

atenção, analógicos!

experiência imersiva em preto e branco com Cesar Barreto e Thiago Barros.

dividido em dois estágios e estados, o curso promove experiências em filme e laboratório entre o rio de janeiro e tiradentes.

com aulas com thiago barros no Ateliê Oriente e com experimentos em tiradentes com cesar barreto, os alunos poderão mergulhar nos químicos e no universo da fotografia em preto e branco.

e o melhor: ao concluir o curso, as imagens produzidas no processo serão expostas no Foto em Pauta, um dos principais festivais de fotografia do brasil.

para mais, acesse: https://goo.gl/TE2BAA.

neste novembro, o álbum e o Espaço Foto Contemporânea convidam para o curso slow photography: da prata ao pixel.em cinco...
13/11/2017

neste novembro, o álbum e o Espaço Foto Contemporânea convidam para o curso slow photography: da prata ao pixel.

em cinco encontros, debateremos sobre os efeitos e os defeitos do suporte e buscaremos uma reconexão com o fotografar, seus experimentos e seus sentimentos.

vamos?

matricule-se em: https://tinyurl.com/y9n672wo.



imagem: bruno machado, menino, rio de janeiro, 2017. © bruno machado

o álbum + Perestroikaestaremos no curso 'olhares - fotografia autoral', ao lado de Fernando Schlaepfer, Flavio Samelo, J...
31/08/2017

o álbum + Perestroika

estaremos no curso 'olhares - fotografia autoral', ao lado de Fernando Schlaepfer, Flavio Samelo, Jorge Bispo, Mariana Maltoni e I Hate Flash.

a oficina ocorre entre os dias 25 de setembro e 07 de outubro, na rua martins ferreira 12, em botafogo.

inscreva-se!

esperamos vocês para examinar o slow photography e refletir sobre o conceito na concepção de imagens.



imagem: juliana rocha, soror, rio de janeiro, 2017. © juliana rocha

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Rio De Janeiro, RJ

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