Ygor Jesus

Ygor Jesus Direção de narrativas para marcas que querem ser lembradas e escolhidas.
• Diretor de Fotografia

16/08/2026

🚁

Julho muito especial em São Paulo
31/07/2026

Julho muito especial em São Paulo

27/07/2026

Do porcelanato à trilha. 😅

O Pico do Jaraguá é o ponto mais alto de São Paulo, com 1135 metros de altitude.

A ideia era subir de carro, mas chegamos um pouco cedo e só conseguimos subir a pé, mas definitivamente a gente não esperava uma trilha de tão difícil, mais difícil ainda com Pedroca, que só tem 3 anos, mas a gente carregou ele por uns 5 minutos e o restante do tempo ele foi subindo sem ajuda 🤯.

No final valeu pena, eu acho! 🫠

26/07/2026

Que experiência fantástica participar do Expert XP!

Participamos de várias ativações, desafios, conhecemos novas tecnologias, fizemos conexões e, na última hora resolvemos tentar ganhar brindes na correria, com pouco sucesso kkkk. 😅

Em algumas ativações não ganhamos absolutamente nada, pode ver que não tenho nenhuma habilidade com basquete ou tênis, né kkkk.

Mas o maior ganho foi viver a experiência, conversar com pessoas incríveis, conhecer tendências do mercado e voltar com a cabeça cheia de ideias e novas conexões.

Sem dúvidas o conhecimento que a gente adquire somado às pessoas que conhecemos pelo caminho faz a gente crescer cada vez mais como profissional e também como pessoa.

Obrigado Clara Sodré Janet Martins Expert XP pelo convite e por tudo.

Muito feliz em receber o convite do Instituto XP para participar do Expert XP.Estar nos ambientes certos, cercado de pes...
22/07/2026

Muito feliz em receber o convite do Instituto XP para participar do Expert XP.

Estar nos ambientes certos, cercado de pessoas que inspiram e compartilham conhecimento significa crescimento profissional. Estou muito animado e ansioso para viver essa experiência e trazer novos aprendizados.

Muito obrigado Clara Sodré, Janet e todo o time XP Inc. .

Nos vemos em São Paulo!

15/07/2026

Dedique tempo para se informar, ou você será influenciado por pessoas desinformadas por causa da relação que tem com elas.

Poucas coisas moldam tanto nossas opiniões quanto a confiança.

A gente costuma dar mais crédito ao que ouvimos de um amigo, de um familiar, do cônjuge, de um colega de trabalho ou de uma pessoa que admiramos. E é natural. O problema é quando a gente deixa a confiança substituir a verificação dos fatos.

É assim que narrativas se espalham.

Na política, isso explica por que uma mesma informação pode ser aceita ou rejeitada dependendo de quem a compartilha, e não da qualidade das evidências.

No marketing, marcas sabem que as pessoas raramente compram apenas um produto. Elas compram a história, a percepção e a confiança construída ao longo do tempo. Uma narrativa consistente tem o poder de influenciar decisões, mesmo antes de qualquer análise racional.

No ambiente corporativo, decisões equivocadas também podem ocasionar por conta dessa dinâmica. Uma ideia defendida por alguém influente pode ser aceita sem nenhum questionamento, enquanto uma proposta melhor é descartada simplesmente porque veio de alguém que ainda não conquistou credibilidade ou acabou de entrar na empresa.

Por isso, confiança é importante, mas não pode substituir o pensamento crítico.

Se informar exige tempo. Mas para repetir o que ouvimos só precisamos ser próximos de quem falou.

Quanto mais relevantes forem as decisões que você precisa tomar, maior deve ser o compromisso em confrontar versões, buscar fontes confiáveis e separar fatos de narrativas.

Se a gente não desenvolve esse hábito corremos o risco de terceirizar a própria capacidade de pensar.

14/06/2026

Ninguém aguenta tanta “call”. 🙄

Eu tenho a percepção de que tá todo mundo querendo ser igual a todo mundo, zero autenticidade. E essa tendência é muito ...
28/05/2026

Eu tenho a percepção de que tá todo mundo querendo ser igual a todo mundo, zero autenticidade. E essa tendência é muito preocupante no digital. A proliferação de conteúdo gerado por IA, especialmente em posts de "especialistas" em marketing e construção de marca tá uma loucura. O que deveria ser uma ferramenta para otimizar os processos, chegou rapidamente à superficialidade, que acabou trazendo como resultado uma fadiga de IA que afasta o público e faz surgir dúvidas sobre a verdadeira expertise de quem usa.

A sensação que tenho é de que estamos lendo o mesmo texto repetidamente, com estruturas idênticas e uma linguagem sem personalidade. Essa “padronização” do conteúdo, chamada de "AI slop" (conteúdo de IA de baixo esforço ou desleixo de IA), é um sintoma da priorização da velocidade e escala em troca da originalidade e da qualidade. Sophie von Mensenkampff, da Visibrain, disse que o termo "AI slop" reflete uma crescente frustração com materiais que sacrificam a criatividade humana em nome da automação.

O problema não é na tecnologia em si, é a forma como ela é usada. Quando um "especialista" se apoia na IA para criar seus posts, a voz dele parece que se perde, não tem humanidade. A leitura passa a ser chata, sem a imersão que teríamos ao ouvir o autor falar com suas próprias palavras, entende? É como ouvir a Siri ou o Google Assistente. É funcional, mas sem aquela nuance, sem a emoção e a experiência que só um ser humano consegue transmitir. O público não é bobo (se bem que a internet tem espaço pra todo mundo né), ele percebe essa falta, e a confiança na marca ou no profissional começa a ficar desgastada.

Uma pesquisa de 2024, focada em conteúdo de mídias sociais, mostrou que 62% dos consumidores são menos propensos a engajar ou confiar em conteúdo que sabem ser gerado por IA. Eu me preocupo com isso, mas ao mesmo tempo me alegro por preferir postar menos, mas dedicar mais tempo ao post, porque o risco não é apenas a possibilidade de o conteúdo não atingir o objetivo, mas também a de ser rotulado como não confiável pelos consumidores. E isso faz “profissionais” produzirem num volume que antes não era possível, mas coloca no lixo a credibilidade do cliente e até a própria quando “escrevem” ou fazem um post como especialistas na área.

Para onde estamos caminhando quando supostos especialistas não conseguem articular suas próprias ideias sem a muleta da inteligência artificial? Não conseguem mais escrever um texto? Será que já conseguiram algum dia mesmo? Tá escancarada a decadência. Um assunto surge, a pessoa vê uma enxurrada de posts, não lê nenhum de fato, mas para não ficar de fora, joga o tema na IA, copia e cola o resultado. Isso não é expertise, é um atestado de falta de originalidade, para não dizer de competência.

Estamos cansados de conteúdos gerados 100% com IA, as pessoas estão se tornando ecos de algoritmos. Mas o conteúdo com mais das mãos humanas está ficando cada vez mais raro e o raro normalmente é muito mais valorizado.

Ainda tem marca achando que sensibilidade é fraqueza de campanha e que tem que fazer o que todo mundo tá fazendo.O  fez ...
02/05/2026

Ainda tem marca achando que sensibilidade é fraqueza de campanha e que tem que fazer o que todo mundo tá fazendo.

O fez o contrário. Deu escolha ao seu público.

Antes de empurrar a narrativa de Dia das Mães da forma que todo mundo faz e imagina que as marcas vão fazer, abriu espaço pra quem não quer receber esse tipo de conteúdo. Simples, direto e humano.

Marketing não é só chamar atenção, é saber quando não falar também. “Ah, mas eu vou ficar de fora do hype da data”. Se fizer sentido frente ao posicionamento que você deseja adotar, sim. Ou pelo menos “aparecerá” de outra forma.

Datas comemorativas vendem, mas também tocam em diversas histórias que ninguém vê no briefing. Luto, ausência, relações difíceis.

Quando uma marca decide não ignorar isso, ela sai do “conteúdo bonito” e entra no respeito de verdade. Por que nem todos vivem o lado lindo e amoroso do Dia das Mães.

E escolher, também, respeitar essas pessoas não enfraquece campanha nenhuma, só fortalece o posicionamento.

E posicionamento é o que sustenta marca no longo prazo.

29/04/2026

Nem todo conteúdo existe para vender.

Todos os dias eu vejo pessoas donas de empresas e até profissionais do marketing digital e criadores de conteúdo cometendo o mesmo erro: produzir conteúdo com obsessão por conversão imediata.

Só que conteúdo de posicionamento não é para vender. Como o nome já diz, é para posicionar e para construir percepção.

E percepção, no jogo certo, vira autoridade.
Autoridade vira confiança.
E confiança… aí sim, vira venda.

O problema é que muita gente, inclusive profissionais de marketing e criadores (de novo) não consegue sustentar essa visão na frente do cliente.

Aí acontece o clássico post por obrigação, conteúdo sem intenção, feed que existe só pra não ficar parado, aparecendo por aparecer e acaba se tornando chato.

Isso não constrói marca, só ocupa espaço.

Se você precisa provar valor em todo post, você está jogando um jogo de curto prazo e, na maioria das vezes, mais barato.

E preciso falar…

Se você sair da internet hoje e o faturamento não mudar de forma relevante, sua presença digital não é um ativo. É um custo disfarçado de estratégia.

E aqui entra o papel do profissional. Não é só produzir conteúdo bonito ou cumprir calendário. É educar o cliente. É sustentar uma linha estratégica mesmo quando ele quiser “postar qualquer coisa só pra movimentar”.

Porque a verdade é que presença digital sem posicionamento não faz as pessoas se lembrarem. E sem lembrança, você vira mais uma opção e não a escolha.

Presença digital irrelevante custa caro e talvez por essa falta de retorno no bolso do cliente, cada vez mais eles têm sido resistentes a pagar valores justos, porque profissionais e estão fazendo post por tabela, então se é só postar é fácil e o fácil costuma ser barato, porque o cliente só não faz o “fácil” porque ele não tem tempo.

Presença digital com estratégia e com uma narrativa forte bem construída não é caro, é valioso e se torna um ativo que perdura.

E ativo vende, mesmo quando você não está postando.

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Curitiba, PR

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