25/05/2026
82% das lideranças veem 2026 como o ano crítico para IA. A maioria ainda vai errar a execução.
Estive no AI Summit Brasil — Vale, Embraer, Localiza, Unilever, Seguros Unimed na mesma sala.
O padrão dos que estão entregando resultado é o mesmo em todos os casos:
Dados primeiro. IA depois.
Não é filosofia. É arquitetura. Sem ILM e DSPM no lugar, qualquer projeto de IA f**a preso no piloto para sempre.
Os números do mercado confirmam: ROI prometido ao board é 30%. O que a maioria entrega: 11%. Top performers chegam a 50%. A diferença não está no modelo. Está na governança, na cultura e nos processos que existiam antes do modelo.
O case mais direto do evento: Seguros Unimed. 48 horas de processamento manual por documento. Com OCR + LLM + RPA, caiu para 37 segundos. R$37M economizados por ano. Tecnologia aplicada sobre processos já mapeados.
5 insights que saí anotando:
→ Dados primeiro. IA depois. ILM + DSPM são o alicerce.
→ Defina KPIs antes de qualquer POC. Piloto sem métrica não escala.
→ Pessoas com IA substituem as sem IA.
→ O próximo ciclo é quântico. Q Day estimado: 2030–2040.
→ Tecnologia sozinha não escala. Quem conecta equipes, dados e pilotos é o ativo mais escasso.
A cereja é a IA. O bolo é a governança de dados. Sem o bolo, a cereja não sustenta.
Qual desses 5 pontos você ainda não implementou na sua operação?
Fonte: AI Summit Brasil 2026 · BH · 21 maio